Balanço de 2013

Este foi o ano em que conheci Proust – e me diverti muitíssimo. Também me declarei voyageuse farseuse e pratiquei o Diamantinismo. Explorei minha própria cidade, para um livro que ainda virá – e engrenei quase todas as páginas do romance que ganhou a bolsa da Petrobras. Eu me descobri romancista em 2013, mas não abandonei o conto (nem os versos, secretos). Fui traduzida para o alemão e soube de novas traduções a sair, para o inglês e o romeno. Aprendi sobre os mistérios do tempo em contemplação na África. Ainda não pisei na Polônia, mas conheci os ucranianos do Brasil. Viajei com pessoas formidáveis, fiz mais amigos – e sofri a saudade dos que ficaram distantes. Este foi o ano em que O tempo em estado sólido trouxe alegrias; finalista do Jabuti e do Telecom, o livro ganhou vida própria. Agora eu cuido das histórias futuras, nesta fase que é a melhor de todas: o momento de gerá-las, sem saber direito como vão se tornar. Neste ano mergulhei nas artes visuais, como há muito planejava. Em meio a decepções com o “sistema”, descobri lições prazerosas – e seguirei nesse caminho, prometendo pesquisas em fotografia e semiótica. Posei para um retrato do Sergio Helle e para outro, do Válber Benevides. Decidi estudar alemão e resgatar o meu estudo das outras línguas, claro. Terminei a minha fase de crônicas para o jornal e publiquei pela Amazon o ebook Meu destino exótico, com muitos textos de viagens. Para 2014, os planos são intensos – mas seguem a mesma pauta. Aventura, arte amor, bichos e risadas: não preciso de mais nada.

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