Paris não tem fim

Lendo o livro de Villa-Matas…

“Pensem quais podem ser as razões básicas para o desespero. Cada um de vocês terá as suas. Proponho-lhes as minhas: a volubilidade do amor, a fragilidade de nosso corpo, a angustiante mesquinharia que domina a vida social, a trágica solidão na qual no fundo vivemos todos, os revezes da amizade, a monotonia e insensibilidade que o costume de viver acarreta.
No outro lado da balança, encontramos Paris.” (Paris não tem fim, pp.70-1)

Um pensamento sobre “Paris não tem fim

  1. Tércia, acabo de ler O Tempo em Estado Sólido e gostei muito dos contos. Paris terá muito prazer em acolhe-la este ano! Um abraço, Rafaela

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