Institut Yeuten Ling

Neste domingo, eu precisava espairecer após o confinamento do congresso – então, escolhi algo bem espiritual: uma visita ao templo tibetano de Huy (pronuncia-se como o “oui”, a afirmativa francesa). Mal sabia eu que chegava logo no dia da “fête buddhiste”, com uma multidão de pessoas e lamas. Várias atividades aconteciam simultaneamente; eu estava mais interessada em passear nos jardins, entretanto fui levada a uma sala onde ocorria uma contação de histórias. Algumas eram das Mil e uma noites, outras eram contos budistas de fato, e outras pareciam verdadeiros koans. O narrador hipnotizava com suas palavras e gestos – e eu realmente me senti numa outra época, junto daquelas pessoas, crianças ou adultos, todos sentados em almofadas, escutando histórias com um fascínio definidor da própria natureza humana.

No grande templo, pouco depois, aconteceria uma sessão meditativa orientada por um monge. Até fiquei por uns momentos, apaziguada pela extrema beleza do lugar – mas meditar com tradução simultânea do neerlandês não é exatamente algo que estimule a paciência. Voltei para Liège, mas cheia de encanto pela pequena Huy, que é outro tesouro desta Wallonie.

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