Da Bélgica e do Brasil

Agora que a minha temporada de pós-doc vai se encerrando, é tempo de fazer um balanço, não somente profissional – proveitosíssimo – mas também particular. Passar 6 meses na Bélgica foi uma escolha que envolveu ritmos e circunstâncias quase milagrosas para mim: tudo se ajustou de uma forma incrível. Não digo que todos os dias foram perfeitos; houve muita saudade (dos gatos, dos amigos e familiares, do sol, da língua portuguesa), mas até os momentos difíceis foram importantes, para que eu soubesse valorizar o que está em jogo na vida. As conclusões foram inúmeras, e tive tempo de aprofundar ideias em diversas áreas; fiz não somente um, mas três cadernos de viagem! Essas anotações eu vou compartilhar com as pessoas queridas, que mal posso esperar para abraçar de novo. Por enquanto, neste hiato entre a despedida e o regresso, revejo locais que, de inéditos, passaram a ser afetivos. Afinal, a Bélgica tornou-se um pouco o meu país; há coisas que vou levar daqui em diante como parte do que sou/serei, em direção às próximas experiências.

Bel

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