Caio

Dentro da família que se escolhe – a dos amigos -, ele foi (é) tão querido. Sempre talentoso com as palavras, exímio piadista, generoso de afetos, Caio: meu primeiro modelo de escritor. Ético e alegre, sabedor de que a verdadeira ambição do artista deve ser o infinito em sua luta íntima, ele me ensinou tanto, que nem posso expressar. Mas agora ele sabe, sim, agora ele vê tudo. E talvez não caiba ser saudoso na eternidade.

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